quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

10 grandes linhas do autoconhecimento

Desde que Freud inventou a terapia pela palavra, seu método foi questionado, derrubado, reerguido e reformado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes – algumas mais, outras menos freudianas.

Veja como 10 grandes linhas da psicoterapia funcionam.






Alta influência de Freud





  • Psicanálise





O analista acredita que os problemas vêm de impulsos reprimidos na infância do paciente, que passa a maior parte da sessão falando por meio de associações livres. O terapeuta geralmente fala pouco, sem emitir juízo, tentando analisar a fala e os sonhos. Modelo mais antigo, foi ampliado e modernizado com os estudos de Jacques Lacan (1901-1981).






  • Psicanálise junguiana





Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud, que introduziu na psicanálise o conceito de inconsciente coletivo – as imagens e as experiências comuns a todos os seres humanos. Por isso, o método junguiano leva em conta, além das questões individuais do paciente, as influências externas e coletivas que podem atormentá-lo.






  • Psicodinâmica





Chamada de psicanálise light, baseia-se em noções tradicionais da psicanálise, só que é mais breve, com o terapeuta tentando ativamente engajar o paciente em um diálogo que o faça reconhecer e resolver conflitos antigos. É também mais focada para atingir objetivos concretos preestabelecidos entre paciente e terapeuta.






Média influência de Freud





  • Gestalt





Usando o teatro e outras expressões artísticas, explora técnicas dramáticas para construir pensamentos e atitudes criativas. Com blocos de espuma, bonecos ou almofadas, o paciente é encorajado a adotar novos papéis e expressar sentimentos, com o objetivo de compreendê-los melhor.






  • Terapia de grupo





Abriga teorias e práticas de outras correntes, com a diferença de ser praticada em grupo. O convívio com os outros pacientes funciona como um microcosmo social – um ambiente seguro para um novo comportamento. É indicada para quem sofre de problemas comuns do seu ambiente e tem dificuldade de se relacionar com os outros.






  • Interpessoal





Recomendada a quem passa por depressão leve ligada a conflitos pessoais, luto ou mudança repentina de papéis (um casamento ou um novo cargo profissional). O tempo da terapia é predeterminado e as sessões se concentram no tempo presente, sem ligar experiências atuais ao passado.






  • Centrada na pessoa





Foca na relação entre o paciente e o profissional. Sem interpretar pensamentos e comportamentos, o terapeuta cria um clima de empatia que permite ao paciente explorar questões que o perturbam e desenvolver a auto-estima. Por isso é indicada a quem se sente oprimido pelo mundo e tem baixa aceitação de si próprio.






Baixa influência de Freud






  • Terapia comportamental





Linha bem distante de Freud, é indicada para quem sofre reações indesejáveis do corpo diante de manias e fobias (como medo de aranha ou de avião). Utiliza técnicas básicas de aprendizagem como exposição e condicionamento na tentativa de trocar o comportamento usual, por reações mais agradáveis. Para os críticos, esse tipo de terapia tenta fazer um adestramento do paciente.






  • Terapia cognitiva





Baseada na idéia de que “os homens se perturbam não pelas coisas, mas pela visão que têm delas”, como disse o pensador romano Epíteto (60-117), a terapia cognitiva tenta reconhecer e alterar padrões de pensamentos que incomodam o paciente, para ensiná-lo a vigiar idéias automáticas e corrigi-las. Indicada a quem sofre de depressão e precisa mudar o que pensa sobre si próprio.






  • Terapia cognitivo-comportamental





Utiliza técnicas das duas correntes ao lado para tentar fazer o paciente identificar pensamentos e crenças distorcidas que tem de si próprio. A idéia é fazer a pessoa perceber seus pensamentos e procurar corrigi-los, gerando novos padrões de raciocínio. Indicada para quem sofre de depressão, ansiedade e perturbações relacionadas a traumas.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um ano novo

"A cada dia de nossa vida, aprendemos com os erros ou vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que no ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento, com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Para um novo ano!!!

Para refletirmos...







Dentro em pouco estaremos no último dia de 2010 e depois da meia-noite virá o Ano Novo. O engraçado é que, teoricamente, continua tudo igual, ainda seremos os mesmos e teremos os mesmos amigos.


Alguns de nós teremos o mesmo emprego, o mesmo parceiro(a), as mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras)... Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida, ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano.


A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que é meia-noite, no dia 31 de dezembro de 2010, teremos um ano IN-TEI-RI-NHO pela frente!


Um ano novinho em folha!


Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.


Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé... Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos... 366 dias para fazermos o que quisermos.

Sempre há tempo para mudar, e, exatamente por isso eu desejo que vocês façam as melhores escolhas e sorriam o máximo que puderem, cantem a música que quiserem!


Beijem muito, amem mais, abracem bem apertado, durmam com os anjos e sejam protegidos por eles. Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar. Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas e ninguém pode ou deve questioná-las.

Quero agradecer aos amigos que eu tenho, aos que me 'acompanham' desde muito tempo, aos que eu fiz este ano, aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito, aos que eu escrevo muito e falo pouco, aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria, aos que moram perto e eu vejo sempre, aos que me 'seguram', quando penso que vou cair, aos que eu dou a mão quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos, aos que ganham e perdem, aos que me parecem fortes e aos que realmente são, aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo divino.


Muito obrigado por fazerem parte da minha história. Espero que 2011 seja bem mais feliz, amoroso e próspero para todos vocês.


Um beijo bem grande e não esqueça, VOCÊ faz suas próprias escolhas!







segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Você Pode Curar Sua Vida ""Louise Hay"""

"Você é inteiramente responsável por sua vida". Essa é uma das arfirmações que a autora mais enfatiza no decorrer do livro.


A autora discorre sobre a influência que as emoções exercem sobre nossa atitude perante a vida e, como a somatização de emoções negativas pode nos conduzir à diversas doenças.


Inúmeras pesquisas foram realizadas como o intuito de se comprovar tal crença. Contudo, avançamos bem pouco se considerarmos nosso potencial e o quanto usufruimos do mesmo. Diz-se que não usamos sequer 10% de nosso potencial.


A autora passeia pelas diversas áreas da vida humana. Trabalho, amor, saúde, relacionamentos, todas analisadas de maneira bastante objetiva. Cada capítulo se encerra com uma oração que funciona como uma forma de se "limpar a mente" de pensamentos e crenças negativas acumulados até então.


No final do livro, encontramos uma espécie de lista de vários tipos de doenças correlacionadas com as emoções que as geram.


Segundo Louise Hay, existe em nós uma crença enraizada e bastante comum, de que "não somos bons o bastante". Isso geraria em nós uma baixa auto-estima e, consequentemente, o sentimento de que não merecemos ser felizes. À partir desse pensamento, criamos em nós emoções negativas e agimos de maneira autodestrutiva.


A mudança primordial que a autora destaca baseia-se na maneira como nos enxergamos. A capacidade que tenho de me amar e me aceitar da forma como sou, determina o respeito por mim mesmo e pelo outro. A medida que sou capaz de amar o outro, é determinada pelo amor que alimento por mim mesmo.


É imprescindível que aprendamos a perdoar os erros dos outros mas, sobretudo, nossos próprios enganos. Faz parte da estrada da vida, cair e levantar.


Ser humilde, compreensivo, amoroso, conosco, é evidentemente uma das formas mais sublimes de se aprender a amar. Afinal, só o amor cura!