quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O ALFABETO DA FELICIDADE

(A): É muito difícil definir a FELICIDADE, esse bem tão desejável. No entanto, podemos falar sobre ela, expondo diferentes ângulos pelos quais pode ser vista, apreciada e compreendida. Assim, podemos afirmar, por exemplo, que a felicidade está presente quando não somos obrigados a fazer o que não queremos. O simples fato de termos de engolir o que não queremos nos torna infelizes, não é verdade? Outro exemplo: as coisas complicadas raramente trazem felicidade; ela é mais facilmente encontrada nas coisas simples.






(B): A felicidade não se permite ser egoísta. Quando verdadeira, ela quer espalhar-se, contaminar tudo à sua volta. Ela quer doar-se! Nesse sentido, é uma riqueza que a todos quer enriquecer.






(C): Não existe felicidade completa. Quando compreendemos e aceitamos esse fato, ficamos mais sábios, passando a saborear melhor cada gota de felicidade proporcionada por nosso destino e nossos esforços.






(D): A felicidade tem de ser procurada ativamente. Se ficarmos passivamente à espera de alguém ou de algum fato que nos traga felicidade, veremos que ela nunca chegará. Ao contrário, é muito provável que a tristeza chegue antes dela.






(E): A felicidade é uma graça exigente, pois requer inteligência, energia, atenção e empenho. Só quando esses requisitos estiverem presentes, ela poderá se aproximar de nós.






(F): Ser gentil traz felicidade, pois é uma atitude pertencente à família do AMOR.






(G): A felicidade é uma árvore cujas raízes estão dentro de nós mesmos; apenas suas folhas dependem das coisas exteriores.






(H): Por incrível que pareça, o fato de termos sido infelizes nos permite apreciar melhor a felicidade.






(I): A verdadeira felicidade está em ficarmos livres de preocupações, emoções negativas e desejos incontroláveis.






(J): Os deuses nos criaram para sentirmos felicidade. Somos nós que fazemos de tudo para atrapalhar esse desígnio.






(L): O descontrolado excesso de desejos é o maior inimigo da felicidade.






(M): Ter bom coração nos traz o prêmio da felicidade.






(N): Beneficiar os outros atrai a fada Felicidade.






(O): Ter felicidade é estar bem na cabeça, no coração e no corpo.






(P): Quando, de alguma forma, proporcionamos felicidade, nos tornamos felizes.






(R): A felicidade é um pássaro fugaz e, por isso, não devemos tentar prendê-lo; podemos apenas admirar a sua beleza.






(S): Quem souber suportar o sofrimento com dignidade e nobreza chamará a felicidade para si.






(T): A felicidade ama quem procura sinceramente ser sábio, honesto e justo.






(U): Felicidade é estar bem na própria pele.






(V): Viver prisioneiro do egocentrismo é a maior das infelicidades. Ser capaz de sair dele, mesmo que por instantes, já é felicidade.






(X): Para um coração habitado pela felicidade, tudo é festa. Para um coração habitado pela raiva e pela mágoa, nem a melhor das vidas tem graça.






(Z): A felicidade faz dos desprovidos, milionários.






No texto acima, apresentamos apenas o alfabeto da felicidade. Existe, porém, a possibilidade de um aprofundamento muito maior desse tema de central importância para o ser humano. Nossa intenção aqui foi a de indicar apenas os primeiros passos a serem dados no caminho da felicidade.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ao novo ano!!!

Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros.


10 grandes linhas do autoconhecimento

Desde que Freud inventou a terapia pela palavra, seu método foi questionado, derrubado, reerguido e reformado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes – algumas mais, outras menos freudianas.

Veja como 10 grandes linhas da psicoterapia funcionam.






Alta influência de Freud





  • Psicanálise





O analista acredita que os problemas vêm de impulsos reprimidos na infância do paciente, que passa a maior parte da sessão falando por meio de associações livres. O terapeuta geralmente fala pouco, sem emitir juízo, tentando analisar a fala e os sonhos. Modelo mais antigo, foi ampliado e modernizado com os estudos de Jacques Lacan (1901-1981).






  • Psicanálise junguiana





Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud, que introduziu na psicanálise o conceito de inconsciente coletivo – as imagens e as experiências comuns a todos os seres humanos. Por isso, o método junguiano leva em conta, além das questões individuais do paciente, as influências externas e coletivas que podem atormentá-lo.






  • Psicodinâmica





Chamada de psicanálise light, baseia-se em noções tradicionais da psicanálise, só que é mais breve, com o terapeuta tentando ativamente engajar o paciente em um diálogo que o faça reconhecer e resolver conflitos antigos. É também mais focada para atingir objetivos concretos preestabelecidos entre paciente e terapeuta.






Média influência de Freud





  • Gestalt





Usando o teatro e outras expressões artísticas, explora técnicas dramáticas para construir pensamentos e atitudes criativas. Com blocos de espuma, bonecos ou almofadas, o paciente é encorajado a adotar novos papéis e expressar sentimentos, com o objetivo de compreendê-los melhor.






  • Terapia de grupo





Abriga teorias e práticas de outras correntes, com a diferença de ser praticada em grupo. O convívio com os outros pacientes funciona como um microcosmo social – um ambiente seguro para um novo comportamento. É indicada para quem sofre de problemas comuns do seu ambiente e tem dificuldade de se relacionar com os outros.






  • Interpessoal





Recomendada a quem passa por depressão leve ligada a conflitos pessoais, luto ou mudança repentina de papéis (um casamento ou um novo cargo profissional). O tempo da terapia é predeterminado e as sessões se concentram no tempo presente, sem ligar experiências atuais ao passado.






  • Centrada na pessoa





Foca na relação entre o paciente e o profissional. Sem interpretar pensamentos e comportamentos, o terapeuta cria um clima de empatia que permite ao paciente explorar questões que o perturbam e desenvolver a auto-estima. Por isso é indicada a quem se sente oprimido pelo mundo e tem baixa aceitação de si próprio.






Baixa influência de Freud






  • Terapia comportamental





Linha bem distante de Freud, é indicada para quem sofre reações indesejáveis do corpo diante de manias e fobias (como medo de aranha ou de avião). Utiliza técnicas básicas de aprendizagem como exposição e condicionamento na tentativa de trocar o comportamento usual, por reações mais agradáveis. Para os críticos, esse tipo de terapia tenta fazer um adestramento do paciente.






  • Terapia cognitiva





Baseada na idéia de que “os homens se perturbam não pelas coisas, mas pela visão que têm delas”, como disse o pensador romano Epíteto (60-117), a terapia cognitiva tenta reconhecer e alterar padrões de pensamentos que incomodam o paciente, para ensiná-lo a vigiar idéias automáticas e corrigi-las. Indicada a quem sofre de depressão e precisa mudar o que pensa sobre si próprio.






  • Terapia cognitivo-comportamental





Utiliza técnicas das duas correntes ao lado para tentar fazer o paciente identificar pensamentos e crenças distorcidas que tem de si próprio. A idéia é fazer a pessoa perceber seus pensamentos e procurar corrigi-los, gerando novos padrões de raciocínio. Indicada para quem sofre de depressão, ansiedade e perturbações relacionadas a traumas.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um ano novo

"A cada dia de nossa vida, aprendemos com os erros ou vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que no ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento, com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Para um novo ano!!!

Para refletirmos...







Dentro em pouco estaremos no último dia de 2010 e depois da meia-noite virá o Ano Novo. O engraçado é que, teoricamente, continua tudo igual, ainda seremos os mesmos e teremos os mesmos amigos.


Alguns de nós teremos o mesmo emprego, o mesmo parceiro(a), as mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras)... Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida, ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano.


A diferença, a sutil diferença, é que quando o relógio nos avisar que é meia-noite, no dia 31 de dezembro de 2010, teremos um ano IN-TEI-RI-NHO pela frente!


Um ano novinho em folha!


Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.


Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé... Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos... 366 dias para fazermos o que quisermos.

Sempre há tempo para mudar, e, exatamente por isso eu desejo que vocês façam as melhores escolhas e sorriam o máximo que puderem, cantem a música que quiserem!


Beijem muito, amem mais, abracem bem apertado, durmam com os anjos e sejam protegidos por eles. Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar. Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas e ninguém pode ou deve questioná-las.

Quero agradecer aos amigos que eu tenho, aos que me 'acompanham' desde muito tempo, aos que eu fiz este ano, aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito, aos que eu escrevo muito e falo pouco, aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria, aos que moram perto e eu vejo sempre, aos que me 'seguram', quando penso que vou cair, aos que eu dou a mão quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos, aos que ganham e perdem, aos que me parecem fortes e aos que realmente são, aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo divino.


Muito obrigado por fazerem parte da minha história. Espero que 2011 seja bem mais feliz, amoroso e próspero para todos vocês.


Um beijo bem grande e não esqueça, VOCÊ faz suas próprias escolhas!