quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Trabalhando Emoções e Sentimentos > A RAIVA ........grrrrrrrrr....e os "Gatilhos"!



Texto em Brasileiro

Lidando com a raivaReg Connolly

Por volta de 1700, viveu um médico britânico chamado John Hunter.
Ele tinha um péssimo humor e, não surpreendentemente, sofria de angina peitoral.
Ele costumava dizer:
"Minha vida está à mercê de qualquer salafrário que decida provocar a minha ira."
Isso foi profético.
Numa reunião do conselho do St. Georges Hospital, ele se envolveu numa discussão acalorada, retirou-se em sinal de desaprovação e caiu morto.
O que a raiva nos provoca...

Por milhares de anos tem sido reconhecido que a raiva contribui para numerosas doenças físicas, especialmente as do coração, como no caso de John Hunter.
Ela também tem outros efeitos, mais imediatos e desagradáveis.
A raiva crônica ou contínua consome muita energia mental e física, retira o prazer da vida, interfere no pensamento construtivo e proveitoso, ameaça nossos relacionamentos e a perspectiva de uma carreira, solapa a nossa auto-estima e, quando exagerada, pode nos obcecar de tal modo que impede outros pensamentos na nossa mente.
Depois de uma forte discussão, você pode ficar afetado por horas, ou mesmo dias, enquanto, por inúmeras vezes, você revisa o evento na sua mente, agita as sensações da raiva e inclui outras.
E, durante esse tempo, o seu humor está sendo governado pela memória da pessoa com quem você está furioso.
Você está fora de controle.
Você é vítima do evento.
O que é raiva?Raiva é a sensação que experimentamos quando os eventos no nosso mundo não estão indo de acordo com nossos planos ou critérios.
É como se tivéssemos uma ideia interna de como as coisas, eventos e pessoas deviam ser – e, quando elas não "dançam no nosso ritmo", ficamos furiosos e, ao mesmo tempo, nos sentimos frustrados ou tentamos mudá-las.
Razão... ou felicidade?Muitas vezes, sentimos que a nossa raiva é totalmente justificada e ficamos pensando:
"Bem, se o mundo andasse segundo as minhas regras, seria um lugar muito melhor – então, quem pode me culpar por me sentir irritado com a estupidez ou a negligência dos outros – com a recusa deles em reconhecerem que o melhor caminho é do meu modo..."
Isso, evidentemente, é tolice.
O mundo não anda nem irá andar pelas regras de qualquer um.
O mundo sempre será completamente caótico. Esta é a realidade – e não há sentido em estimular isso.
Também é um fato que o mundo é povoado por muitas pessoas com regras, valores e comportamentos um pouco excêntricos (de acordo com nossos padrões).
Elas continuarão a dirigir seus carros de maneira diferente da nossa – e a ter diferentes opiniões sobre o que é ou não um comportamento respeitoso, pontualidade, asseio, honestidade, etc.
Ficar furioso é inútil porque não muda nada. Nós nem mesmo temos o direito de mudar as outras pessoas.
Você pode sentir que estava com a RAZÃO quando ficou bravo.
Mas a pergunta chave é: isso o deixou contente?
Isso contribuiu para a sua FELICIDADE?
E para a felicidade das pessoas em sua vida?
Como isso ocorre?
Entender a mecânica da sua raiva é o primeiro passo para controlar esse humor. Essa mecânica é bem simples.
Você tem uma versão de como as coisas devem ser e compara continuamente a realidade com a sua versão – e fica furioso quando a realidade pega a versão errada!
Como parte desse processo, você tem uma lista mental de gatilhos que você compara com a realidade e quando a realidade pega ‘o errado’, você fica raivoso.
O que fazer com a raiva?
(1) Conservar – ou expressar?
Alguns especialistas dizem que você deve "expressar" a sua raiva em vez de refreá-la.
Eles chamam a atenção que a supressão da raiva pode levar a doenças no coração. Outros dizem que expressar a raiva torna as coisas piores porque ela agrava uma situação já difícil e pode trazer consequências desagradáveis para os seus relacionamentos, sua carreira, e até mesmo para a sua autonomia pessoal.
A escolha parece ser desabafar, e não ficar doente – mas você pode acabar sozinho ou na prisão.
Ou dominar a sua raiva e ser mais benquisto – porém ficar doente!
Felizmente, existe uma terceira opção – em primeiro lugar, não ficar furioso.
(2) Dissolver a raivaA melhor maneira de lidar com o hábito da raiva é impedir, em primeiro lugar, sua ocorrência.
Descobrir quais os gatilhos que despertam as suas sensações de raiva e desativar cada um sistematicamente.
Ao fazer isso, reconheça como esses gatilhos o controlam, porque é isso que eles fazem – você encontra o gatilho e vai embora – no piloto automático, fora de controle, dirigido por suas emoções.
Comece fazendo uma lista de todos os gatilhos que produzem faíscas em você.
Ao fazer isso, considere o valor de permanecer no controle desses gatilhos.
Por exemplo, a sua auto-estima sofre – mais tarde você se sente mal porque se deixou envolver e perdeu o controle.
Você se sente mal pensando em como os outros o enxergam.
Sua família, seus parceiros e seus amigos tendem a tratá-lo com precaução, porque eles não podem relaxar na sua companhia – eles têm que ficar de guarda, esperando a próxima explosão.
E, depois, aquelas desculpas e intenções
– "Eu sinto muito. Nunca mais vou fazer ou dizer isso novamente. Eu prometo!"
E ninguém mais acredita em você.
Há também o custo para a sua paz de espírito, ao revisar os eventos infinitas vezes, repassá-los e sentir novamente as mesmas sensações repetidas vezes!
E, todos os dias, ficar atento a todas as oportunidades para se sentir perturbado.
(3) Um gatilho por semanaPegue um gatilho por semana e desative-o.
Decida que a partir de agora você quer ser feliz na maior parte do tempo, mesmo que tenha que deixar as pessoas "fazerem as coisas do jeito delas".
Escreva o custo de continuar vítima desse gatilho para a sua saúde, felicidade, relacionamentos, etc.
Só fazer isso não irá impedi-lo de ficar furioso.
Você precisa fazer um pouco mais.
Ao ficar furioso, acalme-se imediatamente com algum exercício de respiração e depois tenha um papo racional com você mesmo
– "Tá certo, fiz de novo. Eu me deixei levar. Mais uma vez fui enganado por ele.
Mas estou aprendendo a aceitar as coisas mais facilmente pois sei o que me custa deixar os gatilhos me controlarem e também porque já estou farto de ser vítima deles!"
Desenvolver dessa maneira a sua atenção, de forma metódica, irá desativar gradualmente a sua tendência de perder as estribeiras.
Também desativa a tendência de justificar a sua raiva.
Na PNL nós chamamos esses gatilhos de âncoras .
Os epiléticos sabem quando um ataque é iminente e tomam as precauções adequadas; nós devemos fazer o mesmo com relação à raiva.
Nem tudo é "ruim"
Lembre-se de que nem toda raiva é insalubre
.
Algumas vezes a raiva é bastante apropriada – ela pode ser a nossa defesa para impedir que outras pessoas nos manipulem ou nos dominem.
E pode nos motivar a agir contra a injustiça.
A raiva é saudável quando não é contínua e quando canalizada adequadamente em uma ação apropriada.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas
produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão.
Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar menos na Lua.
Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos
altos montes.
Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade
quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações.
Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes
vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta
exata e que rompe a regra da lógica.
Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende
a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só
consegue receber, quando aprende a se doar…”

sábado, 7 de julho de 2012

AS PESSOAS DEVERIAM TROCAR A RELIGIÃO POR MEDITAÇÃO!



Cada um segue o time de futebol e a religião que bem entende, mas quando a religião impede seu seguidor de se aventurar no autoconhecimento.... então algo está bem errado! Fique alerta, porque nesse caso é bem provável que sua religião, ou seu time de futebol, estejam querendo te deixar cada vez mais distante de você mesmo!

A palavra religião vem do latim e significa "religar com o divino". Há muitos e muitos anos atrás alguns homens "espertos" baseados nesse simples conceito criaram religiões para através dos medos, do moralismo e culpas, manipularem as pessoas em favor próprio, seja por motivos econômicos ou somente pelo fato de quererem sentir o gosto do poder mesmo! Isso é velho, basta refletir enquanto se estuda um pouquinho a história da humanidade e suas diversas guerras já realizadas pelas religiões que "pregam o amor" e "que louvam deus ou deuses", e que sob esses pretextos "amorosos" destruíram e assassinaram milhares de pessoas. Eu hein! "Amor" assim eu prefiro distância!
Mas há também as religiões criadas por pessoas de boa vontade, que na ânsia de quererem um mundo melhor  e mais humano, acabaram inconscientemente repetindo os pontos negativos inerentes às religiões em geral, que é a culpa, os medos e moralismo! E aqui o perigo é maior, pois essas pessoas não percebem a cilada em que se meteram, estão ludibriadas pelo diferencial que acham possuírem: quererem realmente se melhorarem como seres humanos...
Gente nossa mente é diabólica, ela adora os medos, culpas e moralismos, porque ela funciona na dualidade: bom e mau, luz e sombra, odio e amor, gostoso e ruim e por aí vai. Portanto quanto mais dualidade, melhor para a mente. Ela é como um robozinho que deveria estar a seu serviço, você deveria ser o mestre, mas esse robozinho, como nos filmes de ficção científica, se rebela e resolve se tornar o próprio mestre, abafando o seu verdadeiro Ser. E as religiões para esse "robozinho mente" são um prato cheio, pois dão combustível para seu modo operandis! 
Portanto se religue sim com seu divino, que está em você! Siga a religião e time de futebol que quiser mas experimente se conhecer como ser humano, descobrir como é seu funcionamento e para isso a meditação é o caminho. Você passa a ter consciência do seu corpo, dos seus pensamentos, emoções e sentimentos, você passa a ter consciência do que é estar no momento presente! 
Quando eu comecei a meditar não conseguia ficar meio minuto parada em silêncio, precisava fazer algo, minha mente parecia um ventilador desgovernado, e ter consciência disso era um inferno. Ficava apenas um minuto e já queria fazer algo. Então descobri outras técnicas de meditação, as meditações ativas, e com a ajuda de orientadores passei a treiná-las até conseguir chegar nesse ponto de me observar, de estar consciente de mim aonde quer que eu esteja.
Quando comecei a meditar era uma tortura, ainda mais para uma mente doente como a minha, com uma depressão de arrebentar. Pensava que quando melhorasse nunca mais meditaria e pronto. Hoje, cinco anos depois, tenho minha rotina diária de meditação que é uma necessidade para mim, assim como beber água! E graças a meditação despertei e pude tomar as rédeas da minha vida, colocando a dona mente, que quase me  matou, a meu serviço!
Experimente! Esse mês de setembro tem um espaço em São Paulo, onde uma das minhas terapeutas que me ajudou demais a melhorar da depressão, estará conduzindo um grupo de meditação de graça! Ótima oportunidade! Para saber mais clique aqui!!
E clique aqui para ler a matéria "Meditação reduz sensação de dor e ajuda a superar efeitos de doenças", que mostra dados de estudos e pesquisas sobre os benefícios da meditação!
Vamos acordar! eeeeeeeeeeee!
bjoka

Re-tecendo a Vida: A Árvore da Minha Vida

Re-tecendo a Vida: A Árvore da Minha Vida: Era uma vez uma árvore. Desde que ela se conhecia por árvore, ela sabia que era uma árvore diferente. O que ela não sabia era se a ...

quinta-feira, 28 de junho de 2012


A impulsividade. você já percebeu que muitas pessoas tomam atitudes mal pensadas e depois acabam por se arrepender?
É verdade, muita gente vai por esse caminho.
Tem outros que levam milhares de anos para decidir e tomar uma atitude, e se p
erdem no caminho, mas os que se precipitam tomando decisões em segundos é pior ainda.
Um negócio chamado sabedoria é a chave para o equilíbrio, afinal sabedoria é uma atitude impessoal, isso mesmo, na maioria das vezes nos precipitamos pois acreditamos que tudo é pessoal, e isso não é sabedoria, mas sim imaturidade.
Por isso a dica de hoje é : nem muito, nem pouco, equilíbrio, e se afaste um pouco das coisas que você acredita ser pessoal, eu posso te garantir, você vai viver um pouco melhor.

terça-feira, 19 de junho de 2012

DR.LHALEAKALA HEW LEN - Terapeuta

HO'OPONOPONO

"Sinto muito" e "Te amo" - Processo de cura Havaiano: Ho'oponopono significa amar-se a si mesmo

 Já ouvimos muitas vezes que criamos nossa realidade, que o mundo é um reflexo de quem somos, que somos todos um, que tudo começa e termina em nós.
Acredito que vocês já saibam disto. Mas, outra coisa é verificar se, de fato, compreendemos a essência de todas as afirmações que fazemos.
Existe um processo de cura e perdão criado por uma tribo havaiana, a dos Kahunas. O método chama-se: Ho´oponopono.
Parece estranho dizer que existe um processo de perdão, mas vejam só:
Você julga ou condena alguém por algo que tenha dito ou feito, ou deixado de dizer ou fazer?
Você julga ou condena quando sabe que alguém está doente, porque não teve bons hábitos alimentares ou higiênicos ou sexuais?
Você julga ou condena quando vê alguém repetir uma situação?
Você julga ou condena quando alguém sofre por um mal, que outra pessoa tenha feito?
Então, você é humano!
E por ser humano, tem consciência de seus pensamentos, portanto, condições de modificá-los, se quiser...
Esse processo consiste em curar e perdoar primeiramente você, porque somos espelhos do mundo, o mundo reflete nossos pensamentos e ações, as pessoas refletem nossos pensamentos, ações, emoções e comportamentos.
Devemos também sempre nos lembrar que o perdão é um processo, não é um fim em si mesmo. Estamos sempre precisando perdoar algo, seja em nós mesmos, nos outros, nos eventos ou nas instituições. Portanto, tenha em mente que hoje é um bom dia para perdoar.
Falando assim, parece estranho, mas se você desejar melhorar a sua vida, você deve cura-se e perdoar-se. Se você deseja curar ou perdoar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você faz curando a si mesmo.
É tão simples!
Nada está do lado de fora, mas dentro de você, da sua mente.
Para todos e para cada um de vocês: Sinto muito, eu te amo!

Não importa que tipo de problema existe,

trabalhe com você mesmo.