| | Palavras | |
| Reivindicar espírito positivo, não é nada: é preciso adoptar um espírito aberto, de afirmação, abrir os olhos sobre um mundo que não é tudo negro nem branco, mas repleto de múltiplas cores. Para treinar, faça este exercício: meta as palavras sobre os seus medos e os sentimentos negativos que por vezes vos preocupam. De seguida, tente definir as palavras e volte a ver o seu lado positivo. Vai ver que é possível! MORTE: O nosso fim é também o que dá grandeza e sentido a nossa vida. Tudo o que criamos de bom, de verdade, nós fazemo-lo dentro de limites (quadros, jardins, móveis, discursos...). O homem tem limites, e é a esse preço que ele pode fazer a sua obra de arte que é a vida. ESPERA: É necessário e preferível ao super prazer. Saber esperar é próprio do sábio que sabe esperar para obter o que deseja. Nada se consegue sem que se ultrapassa alguns obstáculos e sem mais tarde se visualizar o fim. Aprenda a estar atento e a apreciar o melhor que vos é oferecido. VAZIO: Se o vazio não existisse, nada seria, porque é preciso um lugar onde se descarregue o negativo. Tudo o que existe está num lugar que lhe é reservado. Encontre o seu lugar e não tenha medo dos momentos vazios que a vida lhe pode oferecer. ESQUECER: Se se lembrar de tudo, é como se nunca tivesse feito a digestão. Se comessemos e não eliminássemos o que não interessa, a nossa saúde correria perigo. Esquecer é uma função necessária para que a sua vida seja equilibrada e saudável. IGNORÂNCIA: Ignorar é darmos a nós próprios uma oportunidade de conhecer e aprender, sem ter preconceitos ou ter ideias preconcebidas. Não se deve confundir ignorância com estupidez: o ignorante sabe que nada sabe, enquanto que o estúpido não sabe nada e pensa que sabe. DEFEITOS: Porquê nós complexamos com os nossos defeitos? É um sinal que faz sobressair uma pele macia e branca, não é? É uma boca muito grande que atrai os beijos, não é? É um peito pequeno que atrai carícias, não é? A beleza perfeita é cansativa. Tem que existir um pequeno defeito para que ela se torne mais interessante, mais complexa, e mais atraente. Pense noutras palavras e noutros defeitos, e encontre o seu significado positivo. | ||
Viver a vida é saber o que é felicidade, aceitar como voce realmente é...aprender a se gostar saber amar e ser amado,aproveitar cada momento.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Palavras
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O medo do Amor
O medo do Amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Martha Medeiros
domingo, 1 de maio de 2011
Esperança!
Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um sim ou um não pode mudar toda a nossa existência
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
REFLEXOLOGIA: Reflexologia Podal: Conheça-se através dos pés
REFLEXOLOGIA: Reflexologia Podal: Conheça-se através dos pés: "Uma matéria bastante interessante e curiosa retrata todas as características psicológicas de uma pessoa através de detalhes de seu..."
sexta-feira, 25 de março de 2011
Mudar é possivel.
Mudar é possível.
Sentes. Intuis. Sabes.
A necessidade de mudar afirma-se dentro de ti.
Talvez a dúvida e o medo te detenham.
Mas podes mudar o teu rumo.
Um rumo é uma mera orientação.
Não é um caminho único, nem fixo; não é para sempre.
Perante uma encruzilhada, a tua escolha pode ser outra.
Poucas coisas na vida são tão permanentes como o céu e a terra.
Tudo o resto, incluindo todos os seres humanos, muda.
O teu rumo também.
Por isso é bom o desapego
e não nos agarrarmos ao que é conhecido, seguro.
Convém deixar que a vida flua
e se encaminhe para as mudanças.
Presta atenção às indicações do caminho.
É no movimento constante que reside a renovação,
Que ocorre na natureza, na mente e no espírito.
O caminho vai procurando o seu próprio sentido,
Às vezes de uma maneira harmoniosa,
Outras aos tropeções.
E é precisamente quando se tropeça...
Que chega a hora de ouvir a mensagem desse caminho:
É necessário seguir outro rumo.
Porquê tanto medo?
O caminho foi sempre desconhecido.
O que te deixa inseguro é teres de abandonar um percurso
Ao qual já estavas habituado.
Mas o hábito faz-te perder o prazer da travessia
E as oportunidades de percorrer outros caminhos.
Portanto, talvez encontres
Aquilo que, sem saberes ainda, procuras e necessitas.
Por isso, não tenhas medo,
Não fujas perante a mudança.
Não queiras manter uma posição que já não te leva a parte alguma.
Tens de ser flexível
E adaptar-te às circunstancias
Porque, embora a princípio te custe entender...
As mudanças são sempre para melhor
E ajudam a evoluir para um nível superior.
Lentas ou vertiginosas,
Pacíficas ou violentas,
Desejadas ou não,
As mudanças promovem o progresso.
Não te deixam estagnar ou murchar.
Trazem abundância e riqueza de bens à tua porta,
Para que tenhas oportunidades na vida,
Porque o movimento é a manifestação suprema da vida e da prosperidade.
A quietude e a rotina, pelo contrário,
São sinónimas de estagnação e ocaso.
Por isso, decide-te e começa a mudar.
Rende-te ao movimento e vê com outros olhos o curso da vida.
Ela mesma te indica o movimento propício para agires sem medo
E aventurares-te a novos caminhos.
A mudança é um acto de fé.
Nasce da luta entre o velho e o novo.
Todas as mudanças respondem as forças superiores.
Por isso não há motivo para te arrependeres
Da transformação.
Sentes. Intuis. Sabes.
A necessidade de mudar afirma-se dentro de ti.
Talvez a dúvida e o medo te detenham.
Mas podes mudar o teu rumo.
Um rumo é uma mera orientação.
Não é um caminho único, nem fixo; não é para sempre.
Perante uma encruzilhada, a tua escolha pode ser outra.
Poucas coisas na vida são tão permanentes como o céu e a terra.
Tudo o resto, incluindo todos os seres humanos, muda.
O teu rumo também.
Por isso é bom o desapego
e não nos agarrarmos ao que é conhecido, seguro.
Convém deixar que a vida flua
e se encaminhe para as mudanças.
Presta atenção às indicações do caminho.
É no movimento constante que reside a renovação,
Que ocorre na natureza, na mente e no espírito.
O caminho vai procurando o seu próprio sentido,
Às vezes de uma maneira harmoniosa,
Outras aos tropeções.
E é precisamente quando se tropeça...
Que chega a hora de ouvir a mensagem desse caminho:
É necessário seguir outro rumo.
Porquê tanto medo?
O caminho foi sempre desconhecido.
O que te deixa inseguro é teres de abandonar um percurso
Ao qual já estavas habituado.
Mas o hábito faz-te perder o prazer da travessia
E as oportunidades de percorrer outros caminhos.
Portanto, talvez encontres
Aquilo que, sem saberes ainda, procuras e necessitas.
Por isso, não tenhas medo,
Não fujas perante a mudança.
Não queiras manter uma posição que já não te leva a parte alguma.
Tens de ser flexível
E adaptar-te às circunstancias
Porque, embora a princípio te custe entender...
As mudanças são sempre para melhor
E ajudam a evoluir para um nível superior.
Lentas ou vertiginosas,
Pacíficas ou violentas,
Desejadas ou não,
As mudanças promovem o progresso.
Não te deixam estagnar ou murchar.
Trazem abundância e riqueza de bens à tua porta,
Para que tenhas oportunidades na vida,
Porque o movimento é a manifestação suprema da vida e da prosperidade.
A quietude e a rotina, pelo contrário,
São sinónimas de estagnação e ocaso.
Por isso, decide-te e começa a mudar.
Rende-te ao movimento e vê com outros olhos o curso da vida.
Ela mesma te indica o movimento propício para agires sem medo
E aventurares-te a novos caminhos.
A mudança é um acto de fé.
Nasce da luta entre o velho e o novo.
Todas as mudanças respondem as forças superiores.
Por isso não há motivo para te arrependeres
Da transformação.
Um abraço.....
Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço.
Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.
Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.
No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.
Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.
São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.
A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.
Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.
Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos.
Adaptado do texto "Venha daí um bom abraço!",
Mais e Melhor, Maria José Costa Félix
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