terça-feira, 21 de janeiro de 2014

PRECONCEITO
A intolerância que gera morte! 


Linchamento de dois negros fugitivos - EUA - 1930
  Como o preconceito veio à bordo da maldade humana, após Caim assassinar seu irmão Abel, não foi novidade o preconceito social encontrado por Jesus Cristo em Israel. Quem não era da seita dos fariseus ou de outros “doutores” da Lei, eram tidos como publicanos (cobradores de impostos) e “pecadores”.
  E na Idade Média, já sob o domínio da Igreja Católica Romana, que distorcia todo o cristianismo pregado pelos apóstolos do Cristo, era a própria igreja a geradora do preconceito (ou intolerância, o que dá no mesmo), contra os que não eram “beija-mãos de padres). Os não simpatizantes do catolicismo viravam “feiticeiros” e iam para a fogueira da “santa inquisição”...
  Mas o mundo gira e muda e assim, após a chamada Reforma, de Lutero e Calvino, a igreja católica passa a concentrar sua intolerância religiosa nas Américas Central e do Sul, a partir da Espanha e Portugal... e o resto da história todos já sabem: igreja e homens sem caráter e maldosos e, mais tarde os bandeirantes, a partir do Estado de São Paulo, iriam assassinar, roubar os índios e tentar escravizá-los. A igreja foi contra a escravização dos índios, mas acabou apoiando a dos negros trazidos da África.

Caçador de escravos índios no Brasil - Quadro de Debret
  Nos países ditos mais “civilizados”, como os EUA, o preconceito era inicialmente dirigido contra os índios, na colonização do Oeste. Como aqui no Brasil, os índios da América do Norte teriam suas terras roubadas e seriam assassinados pelos cristãos americanos. A única diferença é que no Brasil  a igreja sutilmente deixava os nossos “cristãos” roubarem e matarem os índios; e já nos EUA, os políticos, em sua sanha ambiciosa, colocavam o próprio exército americano para matar os índios. No Brasil os índios não opunham resistência; já nos EUA, os índios lutaram com toda sua força contra o domínio do cara-pálida. E, nos dois casos, os índios acabaram assassinados ou em reservas (ou campos de concentração disfarçados), com o governo criando um órgão hipócrita para “cuidar” deles, como o extinto SNI (hoje Funai), no Brasil.

Os índios da América do Norte lutaram bravamente contra o domínio branco, mas 
a superioridade numérica deste último acabou prevalecendo - Quadro autor desconhecido
A Batalha de Little Bighorn, quando Custer e sua Sétima Cavalaria são dizimados
pelos índios sob os comandos dos líderes principais, Touro Sentado e Cavalo Louco
  Só como observação,  até hoje não houve uma explicação para tal, se os índios dos EUA lutaram, enquanto os nossos índios não opuseram tanta resistência, os negros no Brasil império lutaram muito mais contra seus opressores do que os negros da América do Norte. Zumbi (desenho) até hoje é uma prova incontestável disso.

 
 
 
 Já na chamada Idade Moderna, os chineses imigraram em massa para o EUA durante a colonização da Califórnia em 1848. Como ainda acontece hoje com os imigrantes nos EUA, eles eram relegados a trabalhos que o branco se julgava indígno de realizar. E os chineses, pela sua passividade, eram até elogiados pela imprensa americana, como ordeiros e inofensivos.
  Em 1860, 12 anos depois, com a chegada de mais brancos ao estado, os chineses começaram a sofrer uma campanha preconceituosa, passando a ser vistos como traidores, criminosos e viciados, ou seja, inferiores à raça branca dominante.
   Este último fato, que seria repetido no final da década de 30 pelos nazistas na Alemanha, contra os judeus, mostra claramente a força do preconceito dentro da Sociedade. A imprensa, gerida pelos “pilares cristãos da sociedade” ou instigada pelo governo, criava imagens esteriotipadas, padronizadas que nada tinham a ver com a cultura e peculariedades milenares do povo chinês. Tais imagens distorcidas pela “força branca cristã”, também seriam aplicadas aos portorriquenhos, negros, judeus e grupos como os homossexuais.

No Brasil, após muita polêmica, os homossexuais ganharam uma lei contra a homofobia
  Portanto, tanto nos tempos antigos como no moderno, pode-se ver claramente que o preconceito (que acaba conduzindo ao ódio), é gerado por imagens distorcidas, por opiniões superficiais, sem fundamento racional. De acordo com o filósofo Jean Paul Sartre, o preconceituoso é um indivíduo sem opinião própria, maldoso e estúpido. Sartre afirma que o indivíduo preconceituoso não deseja o raciocínio; seu ideal é um modo de vida em que a razão tenha apenas papel secundário e, por este motivo, rejeita qualquer discussão séria a respeito de suas atitudes, que na verdade exprimem maldade e covardia advindas de temores difusos entre a população que levam a sentimentos de medo e culpa ligados a uma criação distorcida pela maldade de pais e avós ou por situações sócio-econômicas, que talvez seja, como veremos mais à frente, as que dão mais base para o nascimento de preconceitos, que vão desde os sociais, raciais e religiosos até os profissionais, culturais e até esportivos, como os de futebol no Brasil e na Inglaterra. Estes são tão graves como qualquer outro preconceito, pois levam a confrontos físicos e até à morte de torcedores, o que, tomando por base a Inquisição na Idade Média e mesmo algumas seitas evangélicas de hoje, quando “pastores”, imitando os fariseus do tempo de Jesus na Terra, distorcem as Sagradas Escrituras, acaba criando uma linha paralela entre preconceito e fanatismo. E ambos causam apenas tristeza, destruição e morte...

 
 
 
 
 
  De acordo com a psicologia, o adulto preconceituoso não amadureceu em certos aspectos da sua personalidade. Ao invés de enfrentar as dificuldades ou aceitar as próprias deficiências, ele procura um culpado pela sua situação, um bode expiatório, pertencente a um grupo diferente do seu, seja pela cor, raça, religião, ideologia, etc. Quando o acha, agride-o moral e fisicamente. A personalidade do preconceituoso caracteriza-se pelo medo e pelo desconhecimento da causa desse medo...
  E o indivíduo preconceituoso sempre escolhe como seu “bode expiatório” o lado mais  indefeso, é claro, já que o preconceituoso, segundo os psicólogos, é maldoso e covarde, tanto é que só age em grupos. Suas ações solitárias e dissimuladas são somente direcionadas às mulheres, seres indefesos dentro do local que deveria ser um lar. E neste caso, já nem pode-se chamar de preconceito, mas de pura covardia mesmo, já que o indivíduo descarrega sua raiva e frustração na esposa e nos filhos. 
  Hoje, pelo menos no Brasil, com a Lei Maria da Penha, alguns indivíduos já estão pensando duas vezes antes de agredir sua companheira. Mas como algumas mulheres, por medo, não denunciam seus agressores, as sórdidas e covardes agressões ainda continuam no recôndito dos “lares”... 
Etnocentrismo
  Todo conjunto de preconceitos alimentados por um grupo social em relação a outro que dele difere, recebe o nome de etnocentrismo. Essa atitude etnocêntrica podia se ver nos romanos, que rotulavam de “bárbaros” todos os que não pertenciam à sua civilização. Povos europeus utilizaram o termo “selvagens” com o mesmo sentido.
 Quando esse fenômeno atinge grandes massas populacionais, pode gerar consequências gravíssimas, principalmente em situações de crise econômica, quando o medo adquire proporções de pânico. As pessoas podem ser guiadas para atender a interesses particulares, sem consciência de estarem sendo usadas.
  Isso ocorreu no colonialismo entre os séculos XVI e XIX, quando as maiores nações, usando ideologias discriminatórias e racistas, por motivos econômicos, culturais e até biológicos, se sentiam superiores a outros povos, o que levou nações inteiras a serem dominadas, saqueadas e extintas, como os maias, os incas e astecas, como o extermínio dos índios norte-americanos e como os índios brasileiros, que de 5 milhões antes da colonização, foram paulatinamente sendo reduzidos. Em 1996, todas as nações indígenas no Brasil não passavam de 270 mil almas.
  Os “civilizados” europeus, em justificativa de transmitir aos africanos os nobres e elevados valores ocidentais, se apossaram das riquezas e levaram o povo da África ao trabalho escravo.
  Na Segunda Guerra Mundial, Hitler e seu Estado Maior também usaram o medo econômico e a pregação da “superioridade ariana” para acentuarem o preconceito contra ciganos, homossexuais e principalmente contra os judeus, acusados de serem os responsáveis pelos problemas econômicos da Alemanha. Apenas usando o preconceito, os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus!

Corpos de judeus amontoados em Dachau, campo nazista de extermínio
  No século dezenove, preconceitos racistas constituiam (e ainda constituem, como veremos mais adiante), a essência de determinados governos, onde os “diferentes”, embora libertos do colonialismo e da escravidão, precisaram lutar pelos seus direitos em nome dos ideais da liberdade, que estão na Constituição dos próprios países onde vivem, mas não são respeitados. Os “diferentes” são considerados iguais perante a lei dos homens, mas o preconceito não os deixa ser iguais perante seus compatriotas... A igualdade está apenas no papel! 

Mesmo sendo norte-americanos e após o fim da escravidão, os negros eram separados da 
maioria branca, como mostra a corda entre eles na foto dentro de um estádio
  Nos EUA, ainda durante toda a década de 60, e mesmo com o término da escravidão o preconceito contra o negros era grande, principalmente nos estados sulistas. O assassinato de 3 líderes estudantis em 1964, foi retratado através do filme Mississippi em Chamas, que mostra as covardes agressões a pessoas pacíficas apenas pelo fato da cor delas serem diferentes da dos “brancos superiores”.
  Robert Shelton, sumo sacerdote da Ku Klux Klan, organização com traços nazistas, que sempre alimentou o ódio racial e estimulou todo tipo de preconceito, nessa época, dizia que nem ele nem sua organização se dirigiam contra os negros,  “desde que eles fiquem em seus lugares, isso é, engraxando nossas sapatos e limpando nossas latrinas”, disse.
 
 
Kennedy, ainda senador e ao lado, o reverendo Martin Luther King. Este foi assassinado por 
motivos raciais e quanto a John Kennedy, depois eleito presidente, até hoje não se sabe 
se seu assassinato foi pelos mesmos motivos...
  Outra prova incontestável do desrespeito aos direitos humanos e que as nações ditas civilizadas, menosprezam, oprimem e pisam sobre a igualdade entre os próprios compatriotas, foi o Apartheid na África do Sul. Uma minoria branca disseminou de tal forma o preconceito racial e fez um domínio ditatorial tão grande, que as pontes no país eram divididas para a passagem de brancos de um lado e negros do outro. O negro que fosse pego no lado “branco” da ponte, pagava multa e podia até ser preso!
 O apartheid  durou de 1948 a 1994 e foi criado pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca.
 
 
 

 
 
 
 
    Reformas no regime durante a década de 1980 não conseguiram conter a crescente oposição, e em 1990, o presidente Frederik Willem de Klerk iniciou negociações para acabar com o apartheid, o que culminou com a realização de eleições multirraciais e democráticas em 1994, que foram vencidas pelo Congresso Nacional Africano, sob a liderança de Nelson Mandela (desenho), que se tornou presidente da África do Sul. Mas além disso, Mandela foi  herói africano. Ele passou 27 anos preso por se opor ao regime do Apartheid.
  Já contra a mulher, o preconceito aparece em frases populares, obras de arte, códigos civis e religiosos. A mulher só serve para procriar e cuidar da casa. Esta é a síntese do preconceito contra a mulher. Mas se a mulher brasileira nunca deu muita importância a esse preconceito básico, sofreu (e sofre) horrores com as agressões físicas feitas pelo seu próprio companheiro, sendo que muitas chegaram a ser mortas.
  Outros que sofrem muito com o preconceito, no sul dos EUA e em todo o Brasil, são os gays ou homossexuais.
  Além disso, dentro do preconceito social no Brasil, os nordestinos são as maiores vítimas. São tanto excluídos como agredidos e isso acontece justamente no estado de São Paulo, onde mais se concentram os nordestinos que migraram da sua terra natal em busca de melhores condições de vida.
 Assim, o preconceito contra o judeu continua até hoje, assim como contra homossexuais e negros. Contra o judeu é um preconceito velado, já que depois da criação do Estado de Israel em 1948, os israelitas (ou judeus, como são comumente chamados), aprenderam a se defender, respondendo hoje de igual para igual contra qualquer ação agressiva contra eles.
A Lei Maria da Penha , de número 11.340, foi criada em 2006 e contra a homofobia, foi criado o projeto de lei  PLC122, que criminaliza a discriminação por orientação sexual. Contra o racismo existe a lei  7.716, de  1989.  Embora tais leis condenem a agressão contra a mulher, a homofobia (contra gays) e protejam o negro, elas não eliminam a base de tudo isso, que é o preconceito!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

 
O MEDO DE COMPROMETER-SE
“Eu não estou aqui para fazer de você um cordeiro. Você já tem sido cordeiro em demasia. Eu estou aqui para fazer de você um homem. Ist...o não vai ser fácil, mas você tem que começar a se tornar responsável pela sua própria vida. E uma vez que se torne responsável pela sua própria vida, você começará a crescer, porque não haverá mais sentido em desperdiçar tempo adiando ou esperando. Ninguém irá ajudá-lo. Toda espera é inútil, é puro desperdício.
Por isto, se existe algum conflito, vá fundo nele. Decida alguma coisa. Somente através de decisões você fica cada vez mais cônscio, somente através de decisões você fica cada vez mais cristalizado, fica mais afiado. Do contrário a pessoa torna-se apática.
As pessoas vão de um guru para outro, de um mestre para outro, de um templo para outro; não porque sejam grandes buscadoras, mas porque são incapazes de decidir. Assim elas ficam pulando de um para outro. Essa é a maneira delas evitar comprometer-se.
O mesmo acontece com outros relacionamentos humanos: um homem fica pulando de uma mulher para outra, vai mudando. As pessoas acham que ele é um grande amante; ele não é um amante de jeito algum. Ele está evitando, está tentando evitar algum envolvimento mais profundo porque com envolvimento mais profundo os problemas precisam ser enfrentados, e ele irá passar por muito sofrimento. Assim a pessoa simplesmente joga seguro; a pessoa toma a decisão de nunca se envolver profundamente com alguém. Se você for muito fundo, pode não ser capaz de voltar facilmente. E se você for muito fundo com alguém, outra pessoa irá fundo com você também; é sempre proporcional. Se eu for muito fundo com você, a única maneira é permitir que você também vá fundo em mim. É um dar e receber, é um compartilhar. Então a pessoa pode ficar enrolada demais e será difícil escapar. O sofrimento pode ser grande.
Assim as pessoas aprendem como jogar seguro: basta se encontrar superficialmente; um caso de amor do tipo bata e corra. Antes de ser agarrado, corra.
Isso é o que está acontecendo no mundo moderno. As pessoas se tornaram tão imaturas, tão infantis; elas estão perdendo toda a maturidade. A maturidade chega somente quando você está pronto para enfrentar a dor de seu ser; maturidade chega somente quando você está pronto para aceitar o desafio. E não há um desafio maior que o amor.

Viver feliz com outra pessoa é o maior desafio do mundo. É muito fácil viver pacificamente sozinho, é muito difícil viver pacificamente com outra pessoa, porque os dois mundos colidem, dois mundos se encontram... Mundos totalmente diferentes. Como é que eles são atraídos um pelo outro? Porque eles são totalmente diferentes, quase opostos, pólos opostos.
É muito difícil ser pacífico num relacionamento, mas esse é o desafio. Se você fugir disso, fugirá da maturidade. Se você vai fundo nisso com toda a dor, e assim mesmo continua, então pouco a pouco a dor se torna uma bênção, a maldição se torna uma bênção. Pouco a pouco, através do conflito, surge a fricção, a cristalização. Através da luta você fica mais alerta, mais cônscio.
O outro se torna como um espelho. Você pode ver sua feiúra nele. O outro provoca sua inconsciência, trazendo-a para a superfície. Você terá que conhecer todas as partes ocultas de seu ser e o caminho mais fácil é ser espelhado, refletido, num relacionamento. Mais fácil, digo assim, porque não há outra maneira, mas isso é difícil, árduo, porque você terá que mudar através disso.

Quando você vai para um mestre, um desafio ainda maior se apresenta diante de si, pois terá que decidir e a decisão será por algo desconhecido. A decisão precisa ser total e absoluta, irreversível. Não é uma brincadeira de criança; é um ponto sem retorno.
Surgem muitos conflitos. Mas não continue mudando sempre, porque essa é a maneira de evitar a si próprio. E você irá permanecer mole, irá permanecer infantil. A maturidade não acontecerá a você. (...)
Somente o desconhecido deve atraí-lo porque você ainda não o viveu; ainda não andou por esse território. Mova-se! Algo de novo pode acontecer por lá. Sempre decida pelo desconhecido, seja qual for o risco, e você irá crescer continuamente. Mas, se continuar decidindo pelo conhecido, ficará se movendo repetidamente num círculo com o passado. Você prosseguirá repetindo-o; você se tornará como um gravador.
Assim, decida. E quanto mais cedo você o fizer, melhor. Adiamento é simplesmente estupidez. Amanhã você terá que decidir também, então porque não hoje? E você acha que amanhã será mais sábio do que hoje? Acha que amanhã estará mais vivo que hoje? Você acha que amanhã estará mais jovem que hoje, mais renovado que hoje?
Amanhã você estará mais velho, sua coragem será menor; amanhã você será mais experiente, sua esperteza será maior; amanhã a morte estará mais perto; você começará a dar sinais e a ficar mais assustado. Nunca adie para amanhã. E quem sabe? Amanhã pode chegar ou pode não chegar. Se você tem que decidir, é preciso decidir agora mesmo.”

Osho

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Recomeçar

Às vezes, nós indagamos: por que recomeçar? E o que é recomeçar? Quantos de nossos dias são vividos com a esperança de que o amanhã será melhor? A vida, na sua rotina dia-noite-dia, é um eterno reinício, um eterno recomeçar.
A cada instante há um recomeço na vida, um recomeço da confiança, de fé, em dias de alegria e realização.
Na repetição de dias e noites, pode-se encontrar a significância do recomeço. Se erramos hoje, por que não buscar o acerto no amanhã? Se ofendemos ontem, por que não pedir desculpas hoje?...
Quase sempre, na corrida vida de todos nós, o tempo para reflexão tem sido adiado. Buscamos realizar tarefas e mais tarefas, sem uma estação ocasional para meditar sobre o reinício, sobre um reinício.
O reinício diário, um recomeço diário. O começo do recomeço na manhã. O recomeço da vida no clarear do dia, o recomeço da vida no Sol que se põe.
A simplicidade do existir… nela está a razão para recomeçar. Esquecer o que se passou há anos, há meses, há dias, há horas, há instantes. Por que e para que lembrar, relembrar o que perturbou a paz, o que infamou a alegria?
Os que de nós não enxergam, na rotina da vida, um recomeço, não vêem as auroras que brilham e brilharão.
Para eles, a vida não é mais que uma contagem de calendário – dias, meses, anos.
Para eles, o pôr-do-sol não revela o principiar da noite que, bela, lenta e calma, oferece o charme das estrelas, a cumplicidade da lua com o encanto do céu, seduz o sono, reconstrói a esperança, suaviza a dor.
A vida não é um acaso. O reinício não é uma circunstância. Felicidade não é um estado de espírito. Crer não é casual. Viver é recomeçar… todos os dias, pelo alvorecer da nossa compreensão, pela confiança do nosso entardecer, pela infância da brandura que todo ser humano deve ter no coração.
Recomeçar é acreditar que a vida se renova… nos nossos pensamentos e, sobretudo, nas nossas atitudes, no fazer e refazer de nossa conduta. É preciso agir, pois, não se pode, de si para si, pensar que a oportunidade de recomeçar é inexaurível, pois, a cada dia, vidas se iniciam e se findam.
Um dia… um certo dia, talvez já não se possa, nesta vida, recomeçar.
Não deixemos que o tempo passe e, com ele, a ocasião de recomeçar… um dia que podemos encher de felicidade.
Recomeçar… de um ponto… de um lugar. Recomeçar com um gesto, com uma palavra, com um abraço… O sucesso nessa empreitada depende de nós.

 
O que é a Saúde Mental?
É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação com os outros. É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades. É termos confiança e não temermos o futuro.
Mente sã em corpo são!
A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais e indissociáveis da saúde.
 
Problemas de saúde mental mais frequentes
  • Ansiedade
  • Mal-estar psicológico ou stress continuado
  • Depressão
  • Dependência de álcool e outras drogas
  • Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia
  • Atraso mental
  • Demências
Estima-se que em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer, num ou noutro momento da vida, de problemas de saúde mental e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave.
A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade.
Em cada 100 pessoas, aproximadamente, 1 sofre de esquizofrenia.

Quem pode ser afectado
A o longo da vida, todos nós podemos ser afectados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade. Algumas fases, como a entrada na escola, a adolescência, a menopausa e o envelhecimento, ou acontecimentos e dificuldades, tais como a perda de familiar próximo, o divórcio, o desemprego, a reforma e a pobreza podem ser causa de perturbações da saúde mental.
Factores genéticos, infecciosos ou traumáticos podem também estar na origem de doenças mentais graves.

Falsos conceitos sobre a doença mental
A s pessoas afectadas por problemas de saúde mental são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos, que importa esclarecer e desmistificar, tais como:
  • As doenças mentais são fruto da imaginação;
  • As doenças mentais não têm cura;
  • As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas.
Estes mitos, a par do estigma e da discriminação associados à doença mental, fazem com que muitas pessoas tenham vergonha e medo de procurar apoio ou tratamento, ou não queiram reconhecer os primeiros sinais ou sintomas de doença.
O tratamento deverá ser sempre procurado, uma vez que a recuperação é tanto mais eficaz quanto precoce for o tratamento.
Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida.

Todos nós podemos ajudar
  • Não estigmatizando;
  • Apoiando;
  • Reabilitando;
  • Integrando

Integração das pessoas com doença mental
Os indivíduos afectados por problemas de saúde mental são cidadãos de pleno direito. Não deverão ser excluídos do resto da sociedade, mas antes apoiados no sentido da sua plena integração na família, na escola, nos locais de trabalho e na comunidade.
A escola deverá promover a integração das crianças com este tipo de perturbações no ensino regular.
Deverão ser criadas mais oportunidades no mundo do trabalho para as pessoas portadoras de doença mental.
O envolvimento das famílias nos cuidados e na reabilitação destas pessoas é reconhecido como factor chave no sucesso do tratamento.

Para manter uma boa saúde mental
  • Não se isole
  • Reforce os laços familiares e de amizade
  • Diversifique os seus interesses
  • Mantenha-se intelectual e fisicamente activo
  • Consulte o seu médico, perante sinais ou sintomas de perturbação emocional.

Não seja espectador passivo da vida!
Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!
CUIDAR SIM EXCLUIR NÃO

domingo, 1 de setembro de 2013

Construindo a minha Auto Estima

PARE DE:
COMECE A:
destruir-se, ser seu pior inimigo ame-se, seja o seu melhor amigo
escolher a ansiedade e a depressão escolher a felicidade
remoer as fraquezas identificar as suas forças
ser passivo ou agressivo ser assertivo
ter pensamentos irracionais ter um sistema de valores racionais
referir-se a si mesmo com nomes negativos referir-se a si mesmo com nomes positivos
permitir que lhe critiquem destrutivamente colocar limite para as critica destrutiva
tédio e monotonia - ficar no mesmo buraco estender-se - tentar coisas novas
viver sem valer a pena decidir qual é o meu valor
reclamar do que não esta acontecendo na sua vida estabelecer e alcançar as suas metas
destruir padrões saudáveis respeitar seu corpo com alimentos nutritivos
deixar-se oprimir pôr exigências sobre meditar, orar, relaxar, colocar limites
seu tempo ou seu espaço e a sua energia tirar tempo para si mesmo

SENTIMENTOS

EMOÇÃO é a sensibilidade, é ter manifestações intensas tanto físicas quanto mentais, e são:
RAIVA desagrado, indignado, exasperado, irritado, aborrecido
MEDO assustado, tímido, alarmado, apreensivo, temeroso
ALEGRIA prazer, contentamento, satisfação, júbilo
CULPA estado de ter feito algo errado
RESSENTIMENTO sentimento não resolvido
INADEQUAÇÃO insuficiente, faltando, incompleto, diferente do exigido
VERGONHA embaraçado, humilhado, vexado, sem graça
ANSIEDADE desconfortável, apreensivo, inquieto
DEPRESSÃO espírito lá embaixo, abatido, diminuição do seu ritmo de vida
Fonte: www.adroga.casadia.org
Auto Estima

O prazer de ser você

Algumas pessoas não parecem fazer nenhum esforço para sentir-se bem consigo mesmas.
Outras, no entanto, olham no espelho e nunca ficam felizes com o que vêem. Por que?
Auto Estima é o conjunto de crenças e atitudes que você tem em relação a si mesmo e ao pensamento de outros com relação às suas capacidades”, avalia o professor Marcos Antonio Françóia, e continua “poderia dizer que Auto Estima é ter amor próprio, é se gostar, é ser positivo em relação aos acontecimentos da vida, por piores que pareçam.
Auto Estima é levantar ao amanhecer e lembrar que você está vivo para mais um dia e agradecer ao Ser Supremo por sua vida.
É olhar-se no espelho e se achar lindo e gostosão, mesmo com uns centímetros a mais na cintura, cabelos faltando ou muitos já brancos. Ter Auto Estima é ter autoconfiança, é ser feliz, ter auto-respeito, ser seguro, ser humilde, franco e transparente. É gostar do mundo.”

Autoestima nasce com a gente ou vamos adquirindo?

Começa no berço...
Então, sem uma educação adequada ou um ambiente saudável uma criança vai ter problemas com a sua Auto Estima?
Sim, as chances são grandes. Porém, o mundo está cheio de exemplos de pessoas que superaram a tudo e viveram suas vidas de forma digna e feliz.
Nós temos o poder de decidir pela felicidade. Fatores inconscientes formam a nossa Auto Estima, mas não significa que por ela estar baixa somente vivenciamos momentos ruins.
Podemos acessar em nosso inconsciente nossos pontos fortes, nossos momentos de felicidade e de amor e, alicerçados nestes sentimentos superar nossos limites. Podemos reconstruir nossa Auto Estima.

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Convivemos diariamente com pessoas que sinalizam uma “baixa-estima”. São pessoas que não confiam em seu potencial, que não se cuidam, pessoas que reclamam demais, pessoas que querem aparecer demais.
Estes sinais, embora não signifiquem necessariamente problemas de Auto Estima, sugerem alguma dificuldade nesta área.
Para ilustrar vamos comentar alguns destes sinais e sugerir formas de fazer estes comportamentos trabalharem a seu favor e não contra você....

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Não se vestir bem ou adequadamente. Vestir-se bem não é usar roupa de grife ou mesmo o top da moda, mas vestir-se com roupas adequadas ao ambiente que você freqüenta, sóbrias, limpas, passadas, com cheiro de limpa, com calçados limpos.
Não procurar ter uma aparência saudável. A roupa também ajuda a melhorar a aparência, mas não é só isso que melhora o astral. Mulheres maquiadas e penteadas sem exageros, homens de barba feita ou bem aparada, cabelo penteado, pessoas com cheiro de banho, com olhos abertos e atentos, cabeça erguida, um lindo sorriso no rosto, isto tudo melhora a aparência, e garanto, faz você se sentir um vencedor mesmo não querendo...

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Viver reclamando que não consegue aprender nada, que ninguém gosta de você, que todos o desprezam, a vida está difícil etc. Vá a luta! Ocupe seu espaço na vida! Se você ficar olhando o trem da vida passar ficará o tempo todo no mesmo lugar.
Entre nesse trem e viva a vida como passageiro. Vigie seus pensamentos, olhe a vida com os olhos do amor, seja feliz.
Fazer das doenças, de coisas negativas e até mesmo da vida alheia seus assuntos prediletos. Novamente, vigie seus pensamentos, pois o seu inconsciente pode se acostumar com tantas coisas ruins e além de te deixar de baixo astral pode resolver lhe presentear com tudo aquilo que você tanto pensa.
Levante a cabeça! Vista-se de campeão

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Não gostar ou ter medo de abraçar, de sorrir, de beijar, ou mesmo de ser abraçada ou beijada. Não gostar do dia do seu aniversário.
Anuncie ao mundo que você está vivo e quer ser feliz.
Este sentimento irá tomar conta de seu coração e de sua mente, lógico que sempre com uma boa dose de bom senso, mas faça, muitas pessoas vão querer estar do seu lado.

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Ser arrogante, presunçoso, se achar sempre o máximo. Aproveitar-se do desempenho alheio para se valorizar, gostar de levar vantagem em tudo, fazer questão de se mostrar muito seguro de si e gostar de estar em evidência.
Este perfil de pessoas é muitas vezes confundido. Dá a impressão falsa de que você está cheio de Auto Estima, mas cuidado, muita coisa pode se esconder por traz de tantas penas de pavão, como insegurança, necessidade de reconhecimento e valorização, solidão, incompetência etc. Tipos como estes agradam por um tempo, mas um dia a máscara cai e aí uma recuperação pode ser difícil.
Devemos praticar a humildade sempre. Reconhecer nossas imperfeições para mudar e valorizar os nossos pontos fortes e criar relacionamentos sinceros e duráveis. Quando traímos nossos valores, traímos nosso inconsciente e nossa Auto Estima também.

Como saber se a minha Auto Estima está baixa?

Não ter objetivos, viver ao “sabor dos ventos”. Não ter opinião e ser uma “Maria vai com as outras”.
Estabeleça objetivos para sua vida, de curto e de longo prazo. Organize-se para atingi-los. Escreva o que, quando e como quer os seus objetivos. Vigie seus pensamentos e construa o seu futuro.
Não olhar nos olhos ou estar sempre de cabeça baixa ou, mesmo, não gostar de conviver socialmente, nas festinhas de amigos, restaurantes, show, turismo etc.
Valorize-se, acredite em seu potencial, não tenha nada a esconder, tenha uma vida transparente e digna, valide-se. Em estatística, validar algo é testar e reconhecer o valor do resultado. Na vida, validar é reconhecer o seu potencial, e mais, o potencial das pessoas que convivem com você.
Validar é ensinar, parabenizar, abraçar, beijar, sorrir, corrigir, encaminhar, dizer obrigado, por favor, levantar o polegar em sinal de positivo.
Valide mais os outros, certamente os outros vão querer estar sempre perto de você e vão validá-lo. Cuide bem de seus relacionamentos sociais.

Se sua Auto Estima vai mal, a culpa é sempre dos outros?

A todo o momento em nossas vidas estamos sujeitos a receber através de olhares, de comentários, de avaliação escrita ou de acontecimentos uma carga de críticas que podem derrubar a nossa Auto Estima. Mas nós temos o poder de decidir se estas coisas vão ou não nos afetar.

Se sua Auto Estima vai mal, a culpa é sempre dos outros?

Nossa Auto Estima vai mal por nossa culpa, porque nós permitimos que outros pilotem o avião de nossas vidas. Se o avião bater em algum prédio, fomos nós que permitimos.

Qual é o papel dos outros no desenvolvimento ou não de nossa Auto Estima?

Nossa Auto Estima pode ser moldada pela nossa educação e pelo ambiente em que vivemos, mas isto apenas enquanto não aprendemos a tomar decisões ou enquanto dependemos de outros para tocar nossa vida.
A partir do momento em que você tem consciência para decidir sobre o que quer e o que não quer para sua vida, você não permite que os outros afetem sua Auto Estima. Não é fácil, mas é uma questão de decisão, de querer ou não estar bem.
Agora, os “outros”, ou melhor nós, temos um papel fundamental para elevar a estima dos outros. Fazemos isto dando atenção, aconselhando às vezes, pegando na mão, sorrindo, mas o fundamental é ouvir muito. Fazendo isso estaremos elevando a nossa estima. O que mandamos para a vida ela nos devolve potencializado.

Que outras formas existem de lidar com nossa Auto Estima que não dependam tanto da aprovação ou não de terceiros?

Penso que mesmo trancando-se em casa para não ver mais a cara de ninguém ou mesmo quando partimos desta vida nunca deixamos de ser alvos de críticas e comentários destrutivos, negativos e muitas vezes injustos. A avaliação de terceiros deve ser encarada como crescimento, mesmo a avaliação negativa.
Certa vez, ouvi a seguinte frase de uma pessoa que considero muito:
“Bendito sejam os vencedores que se vangloriam de suas qualidades e apontam nossos defeitos, pois mostram os nossos erros e o caminho para o sucesso.”
Acredito que encarando a crítica desta forma enfrentaremos os momentos difíceis com sabedoria e dignidade. Com certeza ainda vai doer, mas com menor intensidade e por um tempo menor.

Existem formas ou técnicas ou truques para desenvolver a Auto Estima?

Ame-se incondicionalmente. Admire-se muito, acostume-se com sua imagem. Procure um bom fotógrafo e faça um retrato com uma roupa de “casamento”. Seja modelo por algumas horas. Admire seus traços, seus olhos, seu jeito. Filme-se com uma câmera caseira.
Converse, cante, ria e fale com você mesmo e depois assista ao filme muitas vezes, até se acostumar com sua voz e imagem. Repare que em seu jeito tem muita coisa para ser admirada e talvez você seja muito parecido com pessoas de quem que você gosta, então você também é especial

Existem formas ou técnicas ou truques para desenvolver a Auto Estima?

Leia muito, leitura saudável
Olhe para os lados e perceba que há pessoas em pior situação que você. Visite orfanatos, hospitais, lares de idosos. Distribua carinho e sentirá uma energia fantástica tomando conta de você.
Desperte seu lado intelectual. Estude, faça cursos, participe de palestras, leia livros técnicos. Agregue valor a sua empresa chamada Você S/A. Você será notado, requisitado.

Existem formas ou técnicas ou truques para desenvolver a Auto Estima?

Tenha uma crença espiritual. Confie em seu Ser Supremo, seu Deus, o Ser de Luz, dentro de sua crença. Ele sabe responder as suas dúvidas;
Exponha-se mais, arrisque-se, mostre-se ao mundo. Viva em sociedade. Crie relacionamentos sinceros e duráveis. Escreva cartas, telefone, talvez até valha a pena arrumar um profissional especializado para te ouvir e te guiar.
Agora, cuidado! Coloque um filtro para:
  • Convivência com pessoas negativas, pessimistas, pessoas egoístas e interesseiras
  • Locais que não condizem com suas crenças e valores
  • Vícios diversos
  • Sede de poder, de possuir exageradamente coisas materiais
  • Despreocupação com sua saúde
  • Filtre e extraia o que é positivo
Falamos sobre gente que aparenta uma boa Auto Estima, mas que funciona como uma máscara que esconde problemas.

Como podemos identificar se não estamos enganando a nós mesmos?

Também tenho meus momentos de baixa-estima, porém levanto a cabeça e vou à luta.
O importante é aceitar que todos estamos sujeitos a momentos de depressão, mas devem ser apenas momentos. Não podemos confundir amar a si mesmo com egoísmo.
A pessoa que se ama tem um despertar de consciência. Ela procura crescimento, estudo, evolução espiritual e intelectual e isso a leva a se entregar, a se desprender de interesses individuais. A pessoa que realmente se ama gosta de ver os outros felizes.
Porém, pessoas que se amam egoisticamente são infelizes, buscam a posse, o domínio, gostam por interesse, para atender as suas necessidades. Amam somente por prazer e quando ele acaba também acaba o “amor”.
Ame-se! Seja feliz! Arrume um amante! Um texto que recebi recentemente de uma amiga dizia que temos que ter um amante para sermos felizes, seja um amante-trabalho, um amante-estudo, um amante-filhos-para-cuidar, livros para ler, internet para bate-papo, um amante-esporte para praticar, quadros para pintar, ou mesmo um amante-parceiro que te respeite e que pode ser até o que você já tem, mas todos devemos nos ocupar com nossos amantes e ser felizes.
Fonte: www.unoeste.br

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz 


Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.
WE-HEART-IT_11. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 
2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

segunda-feira, 22 de julho de 2013


Quem deve fazer terapia
Balões coloridosTodas as pessoas que gostariam de se tornar seres-humanos melhores, mais íntegros, deveriam fazer algum tipo de terapia.
Quem busca os seguintes benefícios:
  • Aperfeiçoar-se em algo
  • Aprofundar as buscas espirituais
  • Aprofundar o autoconhecimento
  • Aumentar a alegria
  • Aumentar a auto-aceitação
  • Aumentar a expressão do amor
  • Aumentar a expressão de carinho
  • Aumentar a objetividade
  • Aumentar a paciência
  • Aumentar a paz interna
  • Aumentar a positividade
  • Aumentar a satisfação pessoal
  • Aumentar o bom humor
  • Aceitar a expressão sexual
  • Aceitar a orientação sexual
  • Desabafar
  • Descobrir os sonhos e metas de vida
  • Descobrir ou aprofundar o interesse pelas belas artes (cinema, escultura, música, pintura, teatro)
  • Descobrir talentos ocultos, esquecidos ou reprimidos
  • Melhorar a saúde (física, psíquica e espiritual)
  • Melhorar a sociabilização
  • Reservar um momento da agitação da vida moderna para cuidar-se
  • Traçar estratégias e planos para concretizar os sonhos e alcançar metas pessoais
Quem busca as causas e soluções para:
  • Abandono
  • Agressividade
  • Angústia
  • Ansiedade
  • Autoritarismo
  • Baixa auto-estima
  • Bloqueios e travas sexuais
  • Câncer
  • Complexos (inferioridade, superioridade)
  • Covardia
  • Culpa
  • Depressão
  • Desconfiança
  • Desordens alimentares
  • Dificuldade com a atenção
  • Doenças crônicas (alergias, asma, bronquite, hipertensão)
  • Estresse
  • Excesso de carência
  • Excesso de desânimo, apatia, procrastinação, 'corpo mole', falta de garra, indisposição física, infantilidade, mentira, ciúme, orgulho
  • Impulsividade
  • Incapacidade
  • Incerteza
  • Indecisão
  • Insatisfação corporal
  • Insatisfação e insucesso nos relacionamentos (amigos, família, amoroso, profissional)
  • Insatisfação pessoal
  • Insatisfação profissional
  • Insatisfação sexual
  • Insegurança
  • Lamúria
  • Mágoas e ressentimentos
  • Mau humor e irritação frequentes
  • Medos (fobias)
  • Medo do novo e de mudanças
  • Miofibralgias (dores crônicas indiagnosticáveis)
  • Não aceitação da mudança de amigos parentes
  • Não aceitação de fim de relacionamentos e amizades
  • Não aceitação de problemas de saúde
  • Não aceitação do desencarne de alguém
  • Obesidade
  • Padrões recorrentes (atração de problemas, situações, relacionamentos, empregos etc problemáticos repetidamente)
  • Perdas (pessoas, objetos, status)
  • Pesadelos constantes
  • Pessimismo
  • Sensação de vazio
  • Sofrimentos diversos
  • Tédio
  • Timidez
  • Traumas
  • Traumas por abusos (sexuais, violência doméstica etc)
  • Tristeza
  • Vícios (de drogas e álcool à roer unhas e doces)
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