terça-feira, 1 de março de 2011

Fênix



Eu!


Prisioneiro meu


Descobri no brêu


Uma constelação...






Céus!


Conheci os céus


Pelos olhos seus


Véu de contemplação...






Deus!


Condenado eu fui


A forjar o amor


No aço do rancor


E a transpor as leis


Mesquinhas dos mortais...






Vou!


Entre a redenção


E o esplendor


De por você viver...






Sim!


Quis sair de mim


Esquecer quem sou


E respirar por ti


E assim transpor as leis


Mesquinhas dos mortais...






Agoniza virgem Fênix


O amor!


Entre cinzas arco-íris


Esplendor!


Por viver às juras


De satisfazer o ego mortal...






Coisa pequenina


Centelha divina


Renasceu das cinzas


Onde foi ruína


Pássaro ferido


Hoje é paraíso...






Luz da minha vida


Pedra de alquimia


Tudo o que eu queria


Renascer das cinzas...






E eu!


Quando o frio vem


Nos aquecer o coração


Quando a noite faz nascer


A luz da escuridão


E a dor revela a mais


Esplêndida emoção...






O amor!


Quando o frio vem


Nos aquecer o coração


Quando a noite faz nascer


A luz da escuridão


E a dor revela a mais


Esplêndida emoção...






Quando o frio vem


Nos aquecer o coração


Quando a noite faz nascer


A luz da escuridão


E a dor revela a mais


Esplêndida emoção


O amor!...

Autor: Jorge Vecilo

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